FALANDO SÉRIO SOBRE

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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

FHC afirma que guerra contra o narcotráfico fracassou

UNIAD INPAD (contato@uniad.org.br) Enviada:
domingo, 6 de setembro de 2009 23:26:46

Londres, 6 set (EFE) - O ex-presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso afirma que a guerra contra o narcotráfico fracassou e que é necessário "uma mudança global" de estratégia que inclua uma descriminalização do uso de drogas como a maconha.

Em artigo publicado pela revista "The Observer", FHC argumenta que o enfoque de "linha dura" no combate contra as drogas teve consequências "desastrosas" para a América Latina e não mudou a condição da região nas últimas décadas como o maior exportador de maconha e de cocaína do mundo.

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Bem, eu penso “que cada um no seu galho…” uma vez que afirmo algo eu devo prestar conta as gerações futuras, isso é ser um cidadão sustentável, não importa sua posição nacional, todos somos cidadãos brasileiros, e onde “EXISTE ORDEM HÁ PROGRESSO”. Se não houve progresso em relação ao narcotráfico é porque a ordem sistemática da operação foi errônea, ninguém, que sem compromisso com a hipocrisia ou corrupção de mandato disse que o uso de drogas “ilícitas” se combatidas com guerra. O maior combate ao uso é a PREVENÇÃO DE UMA FAMÍLIA SUSTETÁVEL e não fazer linha dura, o fracasso vem por se expor a mazela do homem.

Penso, que deve haver a diferenciação de uso e tráfico, um é usar e outro é traficar. Para quem usa e necessita de tratamento sim, não deve haver descriminação, mas para quem faz parte do NARCOTRÁFICO esse sim, deve ser levado na “linha dura”, usar dos meios constitucional para resolver essa pandemia global, como o Sr. ex-presidente disse.

Agora, quando se fala de global precisamos saber que o impacto global inicia-se no individualismo. Toda decisão tomada por um individuo [mal intencionado] acaba acarretando um impacto global, ai, pergunto… qual a intenção de combater o narcotráfico com a descriminação do uso? Creio, que os “ESPECIALISTAS” ainda não entenderam que as condições sociais para mudanças das regiões exportadoras [de narcóticos] da AMERICA LATINA precisa que seus governantes mudem suas maneiras acadêmicas e politicas de pensar, falar e agir com relação ao uso de drogas e suas consequências. A politica deve mudar e isso É COMPORTAMENTAL [formação da mentalidade]. O que é que estamos passando as nossas gerações? O que é que estamos formando? O que estamos proporcionando a esses que estão abaixo da pobreza, trabalhando com escravo, no cultivo, na preparação, no tráfico, nas vendas, no uso e no abuso dessas substâncias psicoativas.

A descriminação é para separar o usuário do dependente e do dependente do passador, e do passador do comerciante, do comerciante do traficante para assim você chegar nos poderosos que mantém o narcotráfico. Quem são esses poderosos a não ser os “punhos de ferros” – corruptos. Abro aspas “quem não é” como seu semelhante?

Sabe, os escravos [adictos] estão ai por toda sociedade e por todo os mundos, como disse, o adicto são todos na cadeia dos narcotráficos. Cada um precisa do outro para manter essa cadeia que alimenta milhões do cofres, e acredite você público também, só que minha geração não estão utilizando esses milhões, falta para os escravos brasileiros [índios] a liberdade de ser um cidadão de seu próprio País. Não influenciado por seus subjugadores de outras nações. Como disse, a decisão de um individuo [mal intencionado] impacta o Globo Terrestre [o COLETIVO] que acabara destruindo a [sustentabilidade] geração vindoura.

Enfim, as drogas tem o seu barato [momentâneo] que sai muito caro a toda humanidade no futuro.

Fica aqui minha opinião. Descriminar o uso é discorrer toda a cadeia do narcotráfico [dos punhos de ferro “escravizante” até “os piores níveis de escravos” usuários e dependentes desse sistema corrupto] e não ficar discutindo o seu fracasso [lembre-se todos nesse sistema são adictos] alguns são co-dependente da politica falida de uma Nação, fracasso não é para culpar o outro mas aprender com ele, se fracassou tudo bem, assuma e faça o certo, mas usar opção de escolha do cidadão [sexual e uso de SPA] para se colocar acima dos eleitores já é demais! BASTA

Discutir COMBATE ÀS DROGAS com punho de ferro é uma coisa, agora fazer politica social para os cidadãos é outra. O que adianta queres guerrear o narcotráfico se as pessoas estão escrava do sistema que financiam o narcotráficos. O maior tráfico são o que vemos no dia-à-dia – Cada um tirando o aproveito da desgraça humana dizendo que se preocupa com o semelhante. Deixamos de ser hipócrita para combater o uso, o consumo, o abuso, o tráfico, o poder dos punhos de ferro e a fome, a falta de moradia, falta plano de saúde e educação adequada a dignidade do brasileiro, ISSO FARA A DIFERENÇA na mudança social e regiões dos países exportadores.

Mude sua maneira de pensar, falar e de agir em relação às drogas então mudara a politica do narcotráfico.

Calebe De Luca Bueno

Consultor de Dependência de SPA

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